Resolvi escrever sobre isso porque meu marido chegou reclamando do mercado ontem. Temos uma sacola grande, de tecido, que levamos sempre que vamos às compras e nesse dia não foi diferente: O Wal saiu de casa com a bendita dobrada debaixo do braço e foi buscar algumas coisas que faltavam para a receita do jantar. Passado um tempo, ele volta: ” – Eu quase saí no tapa com o cara do mercado!!! ele queria, a todo custo, enfiar uma meia dúzia de sacolas de plástico dentro da nossa permanente! tive que discutir para não trazer! não entendo o motivo, eu não ia carregar tudo do mesmo jeito??? No fim das contas, ele acabou cedendo - mas de cara amarrada!”.
Por coincidência, ainda ontem, uma amiga querida dos tempos de Rio de Janeiro, Kátia Alves, proprietária do espaço Ponto Org (sobre o qual eu pretendo falar mais um pouco depois), me mandou um e-mail comentando uma reportagem que saiu no jornal O Globo intitulada ”Dores e Delícias de NYC”, onde o jornalista convidado, Felipe Taborda, comenta que “tudo que compramos, consumimos, usamos ou experimentamos vem embrulhado por tantas e desnecessárias embalagens que nos constrangem”. É a mais pura verdade! tudo vem envolvido em plástico, com uma sacola dentro da outra, papel enrolado, laço de fita, etiqueta…enfim, o caos!! Uma das dicas que citei no post “Básico” falava justamente sobre isso: se reduzirmos a quantidade de embalagens que levamos pra casa, ajudamos a diminuir a quantidade de lixo no ambiente!! vamos usar sacolas de tecido, carrinhos de feira e Maxi Bolsas, mulherada!!! por que não?? elas estão SUPER in desde o verão e comportam uma coisinha ou outra que você precise comprar no caminho pra casa. Nada mais chique do que uma mulher consciente.

ps – se trazer a sacola pra casa for realmente necessário, dê preferência para as de papel, uma vez que o plástico demora cerca de 50 anos para ser “digerido” pelo nosso planeta, imagine, 50 ANOS!


